Por que criei um blog?

Em 2011, comecei a rascunhar alguns sermões, não por formação teológica (não tenho), mas por amor à Bíblia. Tempos depois, 2017, em uma reunião para diáconos e diaconisas, tive o privilégio de compartilhar a palavra de Deus, entre os presentes estava o Pr. Nilson Dimarzio, in memoriam, ao final da reunião, gentilmente ele me disse: “Você deveria publicar essa mensagem.”
🎧 Prefere ouvir esta história? Confira no YouTube:
Achei generoso da parte daquele grande ministro de Deus, mas deixei a sugestão passar. Com o tempo, fui escrevendo cada vez menos. Tenho poucos sermões, e, de certa forma, a escrita foi ficando de lado.
Então, na manhã do dia 1º de janeiro de 2025, lendo a introdução do livro Sinais da Graça, de Philip Yancey, algo despertou em mim. O autor falava sobre o processo criativo da escrita, e, naquele momento, lembrei que eu gostava de escrever. Não sou escritora profissional, não tive uma base educacional sólida, mas sempre gostei de colocar ideias no papel.
Peguei meu caderno de oração e fiz a primeira pergunta do ano: “Senhor Jesus, devo escrever textos, devo publicar reflexões? O que o Senhor me diz sobre isso?”
Segui minha rotina, sem muitas expectativas, até que, no dia 19 de janeiro, durante uma visita a uma igreja, ouvi a seguinte mensagem: “Você tem produzido fruto?” (Lucas 13:6-9 – Pr. Eduardo Sarmiento)

Foto por Brett Sayles em Pexels.com
Aquela palavra me atravessou. Enquanto refletia sobre a pregação, outra sentença veio forte ao meu coração: “Desperte o dom que há em ti.”
Como muitos fazem, comecei a dar desculpas. Mas eu não escrevo tão bem… Publicar onde? Num blog? Mas eu não sei fazer um blog… Mesmo assim, fui pesquisar.
Num ato de coragem, entrei em uma plataforma, fiz meu cadastro e “apanhei” um pouco até entender minimamente como funcionava. Ainda estou aprendendo, mas no dia 21 de janeiro de 2025, tornei público o despira-se. Mesmo incompleto, sem grandes expectativas, ele foi para o ar.
Sei que não sou uma escritora experiente, nem uma pessoa influente, mas se algum texto alcançar uma única pessoa e gerar vida nela, terá valido a pena.
Ainda há muito o que melhorar, mas aprendi que nem sempre precisamos esperar a ponte estar pronta para atravessar. Às vezes, é necessário andar sobre as águas. Posso até me afundar, sim, mas também sei que Cristo pode me levantar (Leia Mateus 14:22-36). E é sobre isso!
Se esta história ressoou para você, vamos juntos nessa jornada.🙌
Curta, compartilhe e Despire-Se!







